Grupos extremistas usavam Telegram para recrutar, radicalizar e planejar ataques a prédios públicos em Brasília

Grupos extremistas usavam Telegram para recrutar, radicalizar e planejar ataques a prédios públicos em Brasília
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Um dos grupos reunia mais de 600 integrantes. A partir dele, pessoas consideradas mais alinhadas ao perfil procurado pelos administradores eram convidadas para um segundo grupo, com 46 participantes. O acesso não era aberto. Para entrar, era >>>

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